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	<title>Gripe Suína - Saiba tudo sobre a doença &#187; influenza A</title>
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	<description>Entenda melhor a Gripe Suína. Obtenha informações sobre o que é o vírus H1N1, sintomas, vacina da gripe suína, tratamento, prevenção e muito mais.</description>
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		<title>Gripe Suína: Postos abrirão neste sábado (24) para vacinação</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 13:07:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gripe Suína</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os postos de vacinação de todo Brasil irão abrir neste sábado (24) para aplicar as vacinas contra a Influenza A (H1N1), a chamada gripe suína. Em alguns estados, também ocorrerá a vacinação contra a gripe comum. Neste dia D, serão vacinados quem ainda não compareceu nas etapas anteriores, como gestantes, crianças de 6 meses a [...]<p><a href="http://www.combateagripesuina.com.br/gripe-suina-e-vacina/">Gripe Suína: Postos abrirão neste sábado (24) para vacinação</a> is a post from: <a href="http://www.combateagripesuina.com.br">Gripe Suína - Saiba tudo sobre a doença</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.combateagripesuina.com.br/wp-content/uploads/2010/04/vacina-gripe-suina.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-924" title="vacina-gripe-suina" src="http://www.combateagripesuina.com.br/wp-content/uploads/2010/04/vacina-gripe-suina-300x240.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a>Os postos de vacinação de todo Brasil irão abrir neste sábado (24) para aplicar as vacinas contra a Influenza A (H1N1), a chamada <strong>gripe suína</strong>. Em alguns estados, também ocorrerá a vacinação contra a gripe comum. Neste dia D, serão vacinados quem ainda não compareceu nas etapas anteriores, como gestantes, crianças de 6 meses a 2 anos, doentes crônicos, jovens saudáveis de 20 a 29 anos e idosos com doenças crônicas, que iniciam agora sua etapa.</p>
<p>Os idosos com doenças crônicas das regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste poderão se vacinar amanhã contra a gripe H1N1 e tomar a sua dose contra a gripe comum a partir do dia 8. Eles podem optar por receber de uma vez só as duas vacinas a partir do dia 8, quando receberá em um braço a imunização contra gripe comum e, no outro, a dose contra a Influenza A (H1N1).</p>
<p>Para a vacinação contra gripe comum, também começa a mobilização nos Estados das regiões Norte e Sul para pessoas com mais de 60 anos. Por conta do atraso do Instituto Butantã na entrega de parte das vacinas, o calendário de imunização para a gripe comum foi adiado para o dia 8 de maio, seguindo até 21 do mesmo mês nas regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.</p>
<p>Nas demais regiões será mantido o período previamente estabelecido de 24 de abril a 7 de maio. Contra a gripe comum serão vacinadas pessoas com mais de 60 anos, pois são as mais afetadas pelos vírus causadores da doença.</p>
<p>Balanço</p>
<p>Até as 14 horas de ontem, o Ministério da Saúde já contabilizou mais de 32 milhões de pessoas imunizadas contra a gripe A. As gestantes somam 1.704.763 (56,6% da meta), os doentes crônicos alcançaram 8.153.749 de doses aplicadas e foram 17.203.748 os jovens de 20 a 29 imunizados (48,92% da meta).</p>
<p>A vacinação de crianças (3.940.500 de doses aplicadas, correspondendo a 90% da população alvo) e profissionais de saúde (2.556.5717, 100% da população alvo) já ultrapassou a meta prevista.</p>
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		<title>Brasília registra que só 51% das grávidas foram vacinadas até agora</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 14:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gripe Suína</dc:creator>
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		<description><![CDATA[17/04/2010 11:20
As filas nos postos de saúde do Distrito Federal confirmam a preocupação do Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que nesta semana lamentou ser ainda baixa a adesão de grávidas e doentes crônicos à imunização contra a influenza A (H1N1), a gripe suína. No Centro de Saúde nº 8 da Asa Sul, nos últimos [...]<p><a href="http://www.combateagripesuina.com.br/brasilia-registra-que-so-51-das-gravidas-foram-vacinadas-ate-agora/">Brasília registra que só 51% das grávidas foram vacinadas até agora</a> is a post from: <a href="http://www.combateagripesuina.com.br">Gripe Suína - Saiba tudo sobre a doença</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="items_noticia"><span>17/04/2010 11:20</span></span></p>
<p>As filas nos postos de saúde do Distrito Federal confirmam a preocupação do Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que nesta semana lamentou ser ainda baixa a adesão de grávidas e doentes crônicos à imunização contra a influenza A (<strong>H1N1</strong>), a <strong>gripe suína</strong>. No Centro de Saúde nº 8 da Asa Sul, nos últimos cinco dias, dos 1.855 vacinados, apenas 28 eram gestantes e 189, portadores de doenças crônicas. Um número muito pequeno e inesperado, de acordo com a gerente do centro, a médica Jussara Coelho.</p>
<p>Para a especialista, essa parcela da população ainda está receosa. E a razão é simples: os médicos normalmente não recomendam vacinas às mulheres grávidas justamente para não haver qualquer complicação com o bebê — as únicas vacinas a que estão acostumadas são contra o tétano e a hepatite B.</p>
<p>“No caso da <strong>H1N1</strong>, não tem nem o que discutir. É preciso vacinar. Elas estão correndo um risco muito grande com a gripe. Eu sei que o medo existe por ser uma coisa nova, mas é desnecessário. Perigoso é ficar sem a vacina”, explica Jussara. Em relação aos portadores de doenças crônicas, a médica acredita que o maior medo deles é em relação a uma resposta alterada. “Para esses pacientes, eu recomendo uma orientação médica e exames prévios para saber se o sistema imunológico está preparado para receber a vacina. Mas não sabemos de casos com uma resposta alterada”, completou.</p>
<p>Essa baixa procura explica os mais recentes números divulgados pelo ministério. Da meta esperada pelo órgão de vacinar cerca de 3 milhões de gestantes e 3 milhões de crônicos, apenas 51,1% e 48,5%, respectivamente, foram atendidos. Enquanto todos os outros grupos das primeiras etapas, como os das crianças de seis meses a dois anos e o dos profissionais de saúde, já atingiram o esperado, ou seja, 80%.</p>
<p>“Isso nos preocupa muito, pois dos 50 óbitos registrados em 2010, 16 foram de grávidas. Estamos cogitando a hipótese de que elas estão esperando até a última hora, já que podem se vacinar até 21 de maio, mas não recomendamos isso. Estamos vivenciando um inverno antecipado, o que faz com que as pessoas se aglomerem mais e aumente o risco de pegar a gripe”, disse o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Gerson Penna.</p>
<p>Para ele, se a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) está reafirmando as palavras do órgão, não há motivo para receios. “Quanto mais cedo se proteger, melhor para todos”, completou.</p>
<p>O presidente da Comissão de Obstetrícia da Febrasgo, Coríntio Mariani Neto, lembrou que, se a doença já é vista como grave para toda a população, esse ponto aumenta quando se trata de grávidas, pois elas apresentam, geralmente, imunidade mais baixa. “Pior será esperar pegar a gripe e apelar para o remédio. Pode ser tarde demais. Nem sempre ele age de forma eficaz. E a vacina a gente sabe que já imuniza”, explicou Coríntio.</p>
<p>Esse receio em relação à imunização está presente em quase todas as gestantes. No começo da campanha, a grávida Deise Glaura de Oliveira, 33 anos, disse que ficou com medo, pois foram vários os e-mails que leu contra a vacina. Mas, para não se prejudicar, pediu a opinião de seu médico. “Ele deixou claro que todos esses comentários eram feitos por pessoas ignorantes, que deviam ler mais sobre o assunto. Fiquei mais tranquila e decidi me vacinar”, disse.</p>
<p>“Eu sei que tem muita gente com medo, mas é melhor evitar uma doença grave. E, desde que eu descobri, recentemente, que estava grávida, meu obstetra vem recomendando a vacina”, afirmou Amanda de Carvalho, 27 anos, que também está grávida e foi vacinada na última terça-feira.</p>
<p><strong>Tira-dúvidas</strong></p>
<p><strong>O que é influenza A (H1N1)?</strong><br />
É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus pandêmico (H1N1) 2009. Esse novo subtipo do vírus da influenza, do mesmo modo que os demais, é transmitido de pessoa a pessoa, principalmente por meio da tosse ou espirro e do contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.</p>
<p><strong>Qual a diferença entre a gripe comum e a influenza pandêmica (H1N1) 2009?</strong><br />
Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza.</p>
<p><strong>Se o processo de desenvolvimento de uma vacina costuma ser longo, como foi possível produzir a vacina pandêmica tão rapidamente?</strong><br />
Os laboratórios já tinham experiência com a produção da vacina contra os vírus de influenza sazonal (vacina administrada anualmente nos idosos no Brasil), e investiram em tecnologia para preparar a vacina preventiva do vírus pandêmico. O Brasil, por exemplo, fez investimentos na adequação do processo de produção pelo Instituto Butantan.</p>
<p><strong>A vacina usada no Brasil é segura e efetiva?</strong><br />
Ela já está em uso em outros países e não tem sido observada uma relação o seu uso e a ocorrência de eventos adversos graves. A vacina registra uma efetividade média maior que 95%. A resposta máxima de anticorpos é observada entre o 14º e o 21º dia após a vacinação.</p>
<p><strong>Por que não haverá vacinação de toda a população?</strong><br />
A vacinação em massa para a contenção da pandemia não é o foco da estratégia estabelecida para o enfrentamento da segunda onda pandêmica em todo o mundo. Por um motivo simples, essa contenção não é mais possível em todo o mundo. Além disso, não há disponibilidade do produto em quantidade suficiente para atender toda a população do mundo. Há, também, a limitação da capacidade de produção por parte dos laboratórios produtores para entrega antes do início da segunda onda nos países do Hemisfério Sul.</p>
<p><strong>Por que vacinar a gestante, se não há indicação da vacinação desse grupo com a vacina da gripe comum (sazonal)?</strong><br />
Não há contraindicação à vacinação de gestantes com a vacina usada contra a influenza sazonal (gripe comum), mas ela não é feita nas campanhas anuais por se priorizar um grupo de maior risco — a população acima de 60 anos. As gestantes, porém, são consideradas grupo de risco para a influenza pandêmica H1N1.</p>
<p><strong>Não há, portanto, risco para a gestante e para o feto?</strong><br />
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e de acordo com os padrões de segurança declarados pelos laboratórios produtores, a vacina é segura para a gestante. Não há evidências de que possa causar dano ao feto ou afetar a capacidade reprodutiva, ou, também, sobre a ocorrência de aborto nos países em que foi administrada.</p>
<p><strong>A vacinação da grávida é feita em qualquer idade da gestação?</strong><br />
Sim. Como será usada a vacina que não contém o adjuvante, ela é indicada para qualquer idade gestacional. A vacina que contém o adjuvante só poderia ser administrada a partir do 2º trimestre da gravidez. O Ministério da Saúde optou, então, por vacinar a gestante somente com a vacina sem adjuvante para não atrapalhar a operacionalização da vacinação e evitar que qualquer intercorrência na gestação de mulher inadvertidamente vacinada antes do 2º trimestre da gravidez com a vacina que contém o adjuvante viesse a ser atribuída à vacina.</p>
<p><strong>Por que vacinar portadores de doenças crônicas?</strong><br />
Na pandemia de 2009, dentre os casos de SRAG pelo vírus influenza H1N1, observou-se um alto percentual de pessoas com doenças crônicas. Os portadores de doenças respiratórias crônicas, por exemplo, foi o de maior frequência, com 24,4% dos registros, seguido das doenças cardiovasculares e outras doenças crônicas. Essas situações caracterizam pessoas que precisam de proteção por já se encontrarem em situação de vulnerabilidade.</p>
<p><strong>Quem teve a gripe pandêmica e confirmação laboratorial deve tomar a vacina?</strong><br />
Sim. Quando uma pessoa é infectada pelo vírus influenza A, adquire imunidade para aquele subtipo específico de vírus que a infectou. Assim, quem já teve a gripe pandêmica, em princípio, está imune, embora haja registro de alguns casos que desenvolveram uma segunda infecção. A duração da imunidade pode variar de pessoa para pessoa, mas, no caso desse vírus sofrer mutação, um novo contágio poderá ocorrer.</p>
<p><strong>Qual a incidência de efeitos colaterais até agora?</strong><br />
A OMS estima que foram distribuídas cerca de 80 milhões de doses da vacina contra a influenza pandêmica e, até o final de novembro, foram vacinadas aproximadamente 65 milhões de pessoas. A grande maioria do que vem se apresentando se assemelha à vacina sazonal administrada em idosos, que são reações leves: dor local, febre baixa, dores musculares, que se resolvem em torno de 48 horas.</p>
<p><strong>Na hipótese de o vírus persistir durante muitos anos, eu vou precisar me reimunizar?</strong><br />
Se não houver mutação do vírus, não será necessária a revacinação.</p>
<p>Fonte: Correio Brasiliense</p>
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		<title>Vírus de gripes pandêmicas podem ser combatidos com anticorpos similares</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 19:34:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gripe Suína</dc:creator>
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		<description><![CDATA[24 de março de 2010 &#124; 16h 10
Os vírus da gripe espanhola de 1918 e da gripe suína dos últimos meses possuem quase a mesma estrutura molecular e podem ser combatidos com anticorpos similares, revela estudo publicado na última edição da revista Science Translational Medicine.
Essa vulnerabilidade molecular compartilhada pode ser explorada para enfrentar outras cepas [...]<p><a href="http://www.combateagripesuina.com.br/virus-de-gripes-pandemicas-podem-ser-combatidos-com-anticorpos-similares/">Vírus de gripes pandêmicas podem ser combatidos com anticorpos similares</a> is a post from: <a href="http://www.combateagripesuina.com.br">Gripe Suína - Saiba tudo sobre a doença</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>24 de março de 2010 | 16h 10</p>
<p>Os vírus da gripe espanhola de 1918 e da gripe suína dos últimos meses possuem quase a mesma estrutura molecular e podem ser combatidos com anticorpos similares, revela estudo publicado na última edição da revista Science Translational Medicine.</p>
<p>Essa vulnerabilidade molecular compartilhada pode ser explorada para enfrentar outras cepas pandêmicas desses vírus, explicam os cientistas do Instituto Scripps de Investigação e Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (da sigla em inglês NIAID).</p>
<p>&#8220;Este estudo define uma similaridade inesperada entre duas cepas da gripe suína&#8221;, disse Anthony Fauci, diretor da NIAID. &#8220;Isso nos proporciona um novo conhecimento sobre a evolução dos vírus pandêmicos para conversão em cepas estacionais, e, o mais importante, vai nos guiar no desenvolvimento de vacinas que podem frear ou impedir sua transformação&#8221;, disse.</p>
<p><strong>Imunidade</strong></p>
<p>O estudo norte-americano ajuda a explicar porque, em geral, as pessoas de idade avançada têm sido menos infectadas pelos últimos surtos de gripe do que as mais jovens.</p>
<p>&#8220;Nossas descobertas proporcionam uma prova conclusiva de que a exposição aos primeiros vírus ajudou a dar imunidade frente a recente pandemia de gripe&#8221;, disse Ian Wilson, professor do Instituto Scripps de Investigação.</p>
<p>A pandemia da gripe espanhola de 1918 surgiu na Europa e se estendeu a quase todo o mundo, causando a morte de mais de 50 milhões de pessoas.</p>
<p>Já a pandemia da gripe suína apareceu no México em abril do ano passado e também se espalhou rapidamente por dezenas de países, matando mais de 16 mil pessoas, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).</p>
<p><strong>Experiência com ratos</strong></p>
<p>Os cientistas determinaram a similaridade molecular de ambos os tipos de vírus injetando em ratos uma vacina produzida com um vírus desativado da gripe espanhola. Depois expuseram esses roedores a altos níveis do vírus da gripe suína.</p>
<p>Todos os ratos sobreviveram e o mesmo resultado foi observado ao reverter o experimento: os animais vacinados com o vírus desativado da gripe suína, e depois expostos ao da gripe espanhola, sobreviveram.</p>
<p>Isso significa, segundo os cientistas, que os roedores produziram anticorpos que puderam neutralizar os vírus. &#8220;Este é um resultado surpreendente. Não esperávamos que seria possível gerar anticorpos reativos contra o vírus depois de tantos anos&#8221;, afirmou Gary Nabel, cientistas da NIAID.</p>
<p>&#8220;Esta investigação demonstra que a exposição ao vírus que circula há muitas décadas pode proporcionar certa proteção contra uma nova pandemia viral&#8221;, indicou Damian Ekiert, cientista do Instituto Scripps de Investigações.</p>
<p>Fonte: Agência Estado</p>
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		<title>O QUE É GRIPE SUÍNA</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 21:24:24 +0000</pubDate>
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É uma doença respiratória aguda altamente contagiosa, com morbidade alta, apesar de ter, [...]<p><a href="http://www.combateagripesuina.com.br/o-que-e/">O QUE É GRIPE SUÍNA</a> is a post from: <a href="http://www.combateagripesuina.com.br">Gripe Suína - Saiba tudo sobre a doença</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-56" title="h1n1-gripe-suina-virose" src="http://www.insightsnaweb.com.br/~gripe/wp-content/uploads/2009/08/h1n1-gripe-suina-virose.jpg" alt="h1n1-gripe-suina-virose" width="227" height="299" />A gripe suína é uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.</p>
<p>É uma doença respiratória aguda altamente contagiosa, com morbidade alta, apesar de ter, até o momento, um índice de mortalidade baixo (1-4% segundo dados da OMS)</p>
<p>Embora o nome da doença faça referência aos suínos, não há indícios de que esse novo subtipo de vírus tenha acometido porcos. Portanto, não há risco no contato e consumo de produtos de origem suína.</p>
<h3>HISTÓRICO</h3>
<p>A gripe suína é comum em porcos da região centro-oeste dos Estados Unidos da América (e ocasionalmente noutros estados), no México, Canadá, América do Sul, Europa (Incluindo o Reino Unido, Suécia e Itália), Quénia, China continental, Taiwan, Japão e outras partes da Ásia oriental.[2]</p>
<p>O vírus da gripe suína causa uma doença respiratória altamente contagiosa entre os suínos, sem provocar contudo grande mortalidade. Habitualmente não afeta humanos; no entanto, existem casos esporádicos de contágio, laboratorialmente confirmados, em determinados grupos de risco. A infecção ocorre em pessoas em contacto directo e constante com estes animais, como agricultores e outros profissionais da área. A transmissão entre pessoas e suínos pode ocorrer de forma directa ou indirecta, através das secreções respiratórias, ao contactar ou inalar partículas infectadas. O quadro clínico da infecção pelo vírus da gripe suína é em geral idêntico ao de uma gripe humana sazonal.</p>
<p>Os suínos podem igualmente ser infectados pelo vírus da influenza humana &#8211; o que parece ter ocorrido durante a gripe de 1918 e o surto de gripe A (H1N1) de 2009 &#8211; assim como pelo vírus da influenza aviário. A transmissão de gripe suína de porcos a humanos não é comum e carne de porco correctamente cozinhada não coloca risco de infecção. Quando transmitido, o vírus nem sempre causa gripe em humanos, e muitas vezes o único sinal de infecção é a presença de anticorpos no sangue, detectáveis apenas por testes laboratoriais.</p>
<p>Quando a transmissão resulta em gripe num ser humano, é designada gripe suína zoonótica. As pessoas que trabalham com porcos, sujeitas a uma exposição intensa, correm o risco de contrair gripe suína. No entanto, apenas 50 transmissões desse género foram registadas desde meados do século XX, quando a identificação de subtipos de gripe se tornou possível. Raramente, estas estirpes de gripe suína podem ser transmitidas entre seres humanos.</p>
<p>Fonte: Ministério da Saúde</p>
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